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Resenha de Livro: O Teorema Katherine

Livro: O Teorema Katherine
Autor: John Green
Ano: 2013
Páginas: 304
Editora: Intrínseca
Nota: 2 de 5

Essa foi uma das leituras mais decepcionantes pra mim e foi uma pena. Gostei muito de Cidades de Papel e de A culpa é das estrelas e consegui o Teorema Katherine por meio de uma troca há algum tempo atrás porém nunca tive tempo ábil pra ler. Antes de falar sobre minha experiência com esta leitura, vamos falar do enredo do livro como é de costume não é mesmo? Colin Singleton tem um tipo de garota: qualquer uma que se chama Katherine. Foram exatamente 19 ao todo e o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Abalado com seu último fora ele resolve cair na estrada com seu melhor amigo e elaborar um teorema baseado em seus relacionamentos com Katherines. 

Esse foi um daqueles livro beeem arrastados e super difícil de terminar. Pensei em abandonar várias e várias vezes seguida. Foi realmente uma pena. Pensei que encontraria algo parecido como em " Cidades de Papel" e a " A culpa é das estrelas", mas o autor entrega uma narrativa confusa, que até tem algo por trás mas demora pra desenrolar e não sabe desenvolver os pontos mais cruciais de uma forma interessante deixando a leitura cansativa e irritante. Os personagens também não colaboraram muito já que o único que me cativou um pouco foi o amigo de Colin que tem um senso de humor até engraçado e salva alguns diálogos entre os mesmos. As anotações no rodapé chegam ao ponto de irritar, confundir e não acrescentar muito já que querem explicar alguns pontos mas acabam não fazendo isso. A mesma coisa acontece com os gráficos também inseridos no texto. 

Não entendi a maior parte do tal teorema que Colin queria fazer e por não ter tantos pontos altos a história foi rolando sem nada pra me prender na leitura. Foi uma história MUITO decepcionante. Fiz uma troca de livros há algum tempo atrás e deixei esse na minha lista mas esperava muito mais do que foi apresentado. Ainda penso em dar mais uma chance para o autor com " Quem é voce alasca?" e " Tartarugas até lá embaixo" mas esse pra mim realmente não desenrolou. Uma pena.







 Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera



Eu assisti: Cidades de Papel


Filme: Cidades de Papel

Título Original: Paper Towns
Gênero: Romance, Drama
Lançamento: 9 de julho de 2015
Duração: 1 hora e 49 minutos
Curiosidades: Baseado no livro do autor John Green/ Bilheteria de 500 mil pessoas em menos de uma semana.

Sim, sim e sim.Claro que a doida dos filmes, seriados e tudo mais tinha que assistir e vir aqui falar de um dos filmes mais esperados desse ano. Sr John Green está conquistando cada vez mais espaço e depois do sucesso enorme do filme de A culpa é das estrelas chegou a vez de outro livro do autor. Primeiramente, vou confessar que não li o livro, na verdade antes do primeiro filme não tinha lido nenhuma obra do escritor vai entender? Não senti aquela vontade enorme de e ficou por isso mesmo. Consequentemente depois de assistir o filme a vontade veio e consegui ler o livro quase até o fim. Cidades de Papel é bem diferente da premissa de A culpa é das estrelas. O filme é cativante, você consegue rir, se encantar e até aprender algumas coisas com o roteiro. Os atores interagem bem juntos assim como os personagens secundários. Cidades de Papel tem um desenvolvimento bem mais maduro e menos apelativo sobre sua mensagem. O filme me surpreendeu assim como a escolha do elenco. Gostei bastante do que vi no cinema, e com certeza vale o preço do ingresso.Cidades de Papel não chega a arrancar lágrimas como no outro filme de John Green porém te faz pensar bastante em certos assuntos. Margot é enigmática, um pouco rebelde e quer viver uma vida sem planos. Quentin por outro lado tem tudo planejado e quando está com Margot sente as reais sensações das coisas ao seu redor. Ao embarcar em pistas que Margot parece ter deixado pra ele ao desaparecer, Quentin mergulha em uma viagem que vai transformar seu ponto de vista e o modo como ele olha para as coisas. Vou avisando que a premissa do livro é fiel ao filme, porém muitos detalhes são alterados. Apesar de não ter nenhuma queixa contra os atores principais devo ressaltar que no livro, Quentin parece mais jovem e Margot menos enigmática. A paixão de Quentin por Margot é fofa porém meio duvidosa.  A atmosfera é diferente do que é mostrado no filme porém a maioria dos detalhes é fiel. Enfim, Cidades de Papel com certeza merece ser assistido para dar risadas, aprender e refletir. Plus pra cena dos atores cantando a música do desenho Pokémon. É pra dar muita risada. 




A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.




05 lições para aprender com A Culpa é das Estrelas


Um dos filmes inspirado em livro mais adorado dos últimos tempos arrancou lágrimas de várias pessoas no cinema. A culpa é das estrelas que além de ter sido um sucesso como livro e como adaptação conta a história do casal super fofo Hazel e Gus. O filme e o livro, trazem várias lições que podemos absorver pra vida. Lembro de quando sai do cinema e pensei em tanta coisa que reclamei a toa. Então estou aqui pra mostrar pra vocês que dá sim pra aprender com o que lemos e com o que vemos por ai também. Basta apenas abrir sua mente. Afinal, nunca é tarde pra aprender algo.


Vamos viver o melhor das nossas vidas hoje


Viva cada momento da sua vida da melhor forma que puder. Não tenha arrependimentos, não se limite. Nós nunca sabemos o que vai acontecer amanhã ou no ano que vem. Deixar de viver por algum problema ou qualquer outro aspecto é deixar sua vida passar em branco. Você não precisa fazer algo incrível só precisa ser feliz do jeito que quiser com as coisas que gosta. Nós só temos uma vida e ela precisa ser aproveitada mesmo em tempos difíceis.  Hazel e Gus percebem que o pouco tempo que tinham os fazia valorizar cada momento como único. Não se arrependa do que fez, e sim do que não fez. Dando errado ou certo, ao menos você tentou. O que seria de nós se ficassemos só imaginando fazer as coisas?


O verdadeiro amor nasce em tempos difíceis


Sabe aquela frase que costumamos ouvir que só sabemos quem realmente é nosso amigo quando estamos na pior? Pro amor, se aplica a mesma regra. Amor verdadeiro está ali nos tempos bons e ruins e não desiste disso por nada, nem por insistencia. Faz parte do processo se machucar, se iludir ou se frustrar.  Não desista do amor, não desista de sentir porque no final esse sentimento é aquilo que você precisa. Não procure pelo amor verdadeiro, ele pode aparecer quando você menos espera e acredite você saberá a diferença.

 O mundo não é uma fábrica de realização de desejos


Essa notícia não é nem um pouco inédita mas o mundo não é cor de rosa, nem como nos contos de fadas. Algumas coisas não acontecem como queremos e sim como tem que acontecer por mais triste ou ruim que possa parecer. O mundo está ai pra te testar, pra te deixar mais forte e pra te fazer aprender que as coisas são sim dificeis.  Não desista de seus sonhos, mas tenha em mente de que nem tudo é como a gente quer.

Sem dor não poderíamos reconhecer o prazer


Essa frase concerteza soa cruel, mas tem sentido. Como saberíamos reconhecer o que nos deixa triste ou que nos deixa feliz sem nos sentirmos machucados. Sem sentir a dor? A dor machuca, transforma, transborda e incomoda muito, mas ela é necessária para que cada pessoa veja como as coisas são na realidade. A dor nos faz crescer na marra, nos faz abrir os olhos mesmo querendo fechá-los. Ela age da pior maneira possível mas no fim te dá os ensinamentos que você precisa pra sua vida.


Uma eternidade dentro de dias numerados


Essa foi a frase da Hazel no funeral antecipado do Gus. Mesmo sabendo que seus dias podiam acabar depressa, os dois viveram muito mais do que outras pessoas juntas vivem por muito mais tempo e souberam valorizar isso. Então o que conta aqui não é o tempo, e sim os momentos que fazem sua vida. Eles são a eternidade, a esperança e a felicidade que te modelam até o final de sua trajetória. Os momentos que você vive são a coisa mais importante e como eles são valorizados. O eterno não está no tempo e sim nas suas ações e pensamentos.

O que conta é a sua história..sua história verdadeira


Palavras, ações, gestos todos eles são aspectos de uma história que é unicamente sua. Independete de qual ela seja sua história tem que ser verdadeira com todos os momentos dificeis e bons englobados. Não dá pra ter toda felicidade do mundo, mas dá pra fazer sua própria história de amor, paixão ou até mesmo história pessoal. Faça o seu " pra sempre" sair dos sonhos e fazer parte da sua história.il



Gostaram da postagem? Quais foram as lições que aprenderam com o livro ou o filme? Me contem nos comentários 



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