Filme: Dirty, Sexy, Saint da PassionFlix


Filme: Dirty, Sexy, Saint
Lançamento: Dezembro de 2019
Duração: 1 hora e 40 minutos
Gênero: Romance, New Adult
Produtora: Passionflix
Nota: 2,5 de 5
Baseado no livro de mesmo nome dos autores Carlu Phillips e Erika Wilde 

Não sei se essa resenha vai sair antes de o Inferno de Gabriel, mas o fato é que assisti esse filme baseado em uma escolha aleatória. Pra quem não sabe, Passionflix é uma plataforma de filmes que se dedica a adaptar livros de grande repercussão nos EUA. A maioria deles não foi publicado no Brasil, mas ocupou a lista de mais vendidos. Foi assim que conheci, Dirt Sexy Saint que ainda não tem título pro Brasil oficial. Diferente de O inferno de Gabriel, que tem as obras publicadas por aqui, fui bem cega assistir a um filme depois de não ter curtido muito as 2 primeiras partes do Inferno de Gabriel. No balanço geral, me surpreendi um pouco mas ao mesmo tempo fiquei um pouco frustrada. Antes de tudo vamos falar do enredo. Samantha tem uma vida de privilégios e sonha alto. Mas, quando ela é forçada pelo pai a casar com um estranho por conta dos negócios da família, ela foge de casa decidida a abrir mão dos privilégios e tomar suas próprias decisões. Ela acaba afogando as mágoas em um bar e encontra Clay Kincaid. Chamado de santo pelos amigos e irmãos, já que tem tendência em ajudar os outros. Clay acaba tendo que ajudar Samantha em uma situação difícil e suas vidas se entrelaçam. Incapaz de negar a atração entre os dois Samantha está decidida do que quer, mas será que o passado de Clay conflitará com a vida privilegiada de Samantha?

Vou começar dizendo que tem clichê. E isso não é totalmente ruim, vocês sabem meus pensamentos sobre isso. A história até que é boa, mas a adaptação por ser de baixo orçamento deixa MUITO a desejar e talvez isso prejudique vários elementos do filme como roteiro e desenvolvimento. Primeiro ponto: atuação. A atuação da atriz que interpreta Samantha é sofrível em muitas cenas. Nas primeiras cenas do longa, a mesma fica bêbada no bar de Clay e a atriz não consegue fingir que está bêbada. Nota-se o fingimento e chega a ficar constrangedor. O ato que interpreta Clay até vai bem, mas decai com uma atuação sofrível de sua companheira de cena. Não quero culpar a atriz, talvez seja questão de direção ou outra coisa. Enfim, o que melhora o longa em MUITOS quesitos é a química entre os dois. Principalmente nas cenas mais quentes, dá pra sentir que os dois se dão bem e as cenas convencem nessa parte. O encaixe ali foi perfeito, e me ganhou em pontos me arrancando suspiros nessas cenas. E o ator que faz o Clay é lindo demais. Eu fiquei babando, admito. Da primeira vez que ele apareceu. Mas, nem só de beleza se prende o filme. 

Ele se sai bem e ela também melhora em algumas partes, mas as cenas  dos dois são bem mal produzidas, assim como o roteiro enfraquece. Dirty Sexy Saint é pra ser um filme de romance sexy mais ousado, e consegue isso nas cenas mais calientes. Na verdade, esse casal me empolgou mais do que o Inferno de Gabriel nas 3 partes.  O previsível está ali, mas o romance e sexy se mesclam de uma forma aceitável para um filme de baixo orçamento fazendo com que você ache que no começo vai ser sofrível, mas melhore um pouco em alguns pontos e no balanço final te faça ver que não foi tão ruim assim. Recomendo, se você curte romances hots.





Samantha tinha uma vida privilegiada, mas não admitia que seus pais mandassem em seu coração. Destinada a casar com um homem que ela não ama, Samantha foge de casa e cai no bar e nos braços de Clay Kincaid, chamado de Santo pelos amigos e irmãos por sua tendência em ajudar os outros. Mas o passado de privações de Clay e a vida de privilégios de Samantha serão compatíveis?


Texto: Me desculpe, se fui de verdade.


Já vou começar dizendo que eu sinto muito. Eu queria ser um pouco mais normal. Não que eu seja louca ou algo do tipo. Mas, depois de tantos machucados, mágoas, ferimentos eu não sou a mesma. Então não, eu não sou normal. Creio que sou feita de um pouco de trauma e confusão. Parece assustador, eu sei. Não se assuste. Por favor. Te mostrei o meu melhor. Ou parte dele. Te mostrei o meu pior. Até porque as pessoas não são feitas somente de coisas boas. Te mostrei a verdade e a verdade é que sou imperfeita. Sou pura instabilidade. Intensidade. Emoção. E juro, queria ser mais estável. Queria ser do tipo perfeita que não se importa tanto. E eu não sou. Queria não ter botado tudo a perder, nem tenho certeza se foi que isso que houve, mas é o que realmente parece. Seria bom ser mais controlável, mas eu sinto demais. 

Me importo demais e ai sempre que isso acontece algo começa a dar errado. Me desculpa, se fiz algo errado. Se fui eu demais. Se fui intensa de mais. Impaciente demais. Ser de verdade, sem máscaras, sem fingir e intensa tem um preço. Um preço alto que eu pago todas as vezes que me revelo completamente. É que eu gosto do carinho. Da conexão. E eu acreditei que nós tínhamos tido isso. Afinal, isso é tão difícil de encontrar. Eu talvez tenha me iludido demais, e não ter reagido daquele jeito. Mas, depois de tudo que eu passei não há outro jeito de se encarar. Por que eu sou sempre assim? Difícil ficar assim, difícil esquecer você sabendo que talvez eu estive muito mais envolvida que você. Difícil deixar de lado um tipo de conexão que eu nem ao menos sei explicar. Então, desculpa se errei com você. Gritei com você. Pareci descontrolada. Ou te assustei, mas eu sou isso. Real. Me importo. Me apego.  

Só queria menos culpa e mais amor. Só queria ter sentido como é estar perto de você. Poder conversar contigo, te olhar nos olhos e dar risada junto de você. Poder me abrir de verdade, te deixar me ver. De uma maneira aberta e real. Ou falar sobre o que for. Ouvir a sua voz que arrepia a minha pele. Descontrolar tudo. Ceder ao meus impulsos de finalmente te beijar e sentir se isso é real. Porque tudo parece uma fantasia. De modo visceral. Fazer mais sentido me faria menos mal. Tocar em você me ajudaria a saber se tudo foi uma ilusão baseada em palavras. Seria mais real e não somente possibilidades. Só que agora, neste exato momento não sei se é mais uma possibilidade. Talvez a nossa chance agora tenha se perdido. Eu só queria ser mais incrível, só não fui incrível o suficiente pra te manter por perto. Lembra das primeiras palavras que trocamos? 

Você prometeu não sumir e eu prometi não desaparecer. Não foi isso bem o que aconteceu não é? Agora, já fazem 12 dias que você precisava de " um tempo pra você" e eu tenho a plena certeza de que talvez tenhamos nos perdido um do outro. 
Então, eu só posso dizer que sinto muito por não agir como você esperava. Por não ser tão incrível, por ser de toda essa intensidade de um modo bom e ruim. As coisas talvez tenham chegado ao fim sem nem ao menos terem começado, ou de eu ter tido a chance de sentir a intensidade que senti contigo na realidade. E isso me arranca lágrimas, por ser raro demais de se encontrar. Mas, tudo bem. Era pra ser assim, e se não é mais pra ser. Eu aceito. Aceito com uma incerteza, e com sonhos dentro de mim de que o que eu quero é exatamente isso. Essa conexão. Mesmo que não seja contigo. 

Dedicado a W.

Resenha de Livro: Levada ao Entardecer Vol 3( Saga Acampamento Shadow Falls)


Livro: Levada ao Entardecer ( VOL 3)

Saga: Acampamento Shadow Falls

Autora: C.C. Hunter

Ano: 2012

Páginas: 384

Editora: Jangada

Nota: 3,5 de 5


Este é o terceiro livro da Saga Acampamento Shadow Falls: Os Sobrenaturais. Os dois primeiros livros já tem resenha aqui no blog, depois se vocês quiserem conferir. Pra você que se pergunta. Não. Não dá pra começar a ler esse livro e depois ler os primeiros, é uma sequencia mesmo. Uma das coisas que eu acho ruim é que nos livro não tem nenhuma sinalização de qual volume é aquele, sendo assim quem não conhece a saga pode se confundir com a ordem. Quando fui comprar, fui me orientar sobre a ordem dos mesmo para ler em sequência. Mas, vamos falar de enredo? Neste livro, Kaylie está ainda mais perto de conseguir respostas sobre sua origem, sua espécie e saber quem ela é de verdade. Seu dilema amoroso continua, mas ela decide ficar com Lucas e ser apenas amiga de Derek. Os fantasmas que se comunicam com Kylie continuam deixando mensagens misteriosas inclusive uma que diz " alguém vive e alguém morre" deixando Kylie preocupada de que algumas pessoas que gosta ao seu redor podem acabar se machucando. Buscando respostas em todos os lugares possíveis, Kylie se aprofunda em si mesma e passa por ainda mais obstáculos. No fim, ela descobre o que é. Mas, como saber lidar com aquilo depois de sua descoberta? E como, Lucas lidará com aquilo?

Levada ao Entardecer foca muito na descoberta de Kaylie e nas pistas que ela tem para tentar descobrir o que ela é. A dúvida de seu interesse amoroso cessa um pouco já que ela decidiu por Lucas, mas quando Derek se declara ela fica sem saber muito o que fazer. Em paralelo a isso, ela descobre um pouco mais sobre seus avós paternos, seu pai e a UPFA que parece esconder segredos que não quer que ninguém saiba. Kylie definitivamente está mais forte, mas ainda muito ansiosa para descobrir que espécie é e se encaixar em alguma tribo. Suas amigas Della e Miranda continuam tendo atritos, e com seus respectivos interesses amorosos também. Aqui, as respostas são dadas no ritmo certo, de uma forma bem de leve para depois ir se aprofundando conforma a personagem vai se desenvolvendo. Kylie descobre também que tem poderes de cura, pode mudar seu padrão além das habilidades conhecidas. Preocupada por ser diferente de todo mundo, os fantasmas que se comunicam com ela a ajudam a descobrir mais do seu passado, mas um terrível acidente ocorre levando alguém embora. Esse livro é muito mais revelador, mas ainda mantém algumas dúvidas que devem ser sanadas nos últimos dois livros. Levada ao Entardecer é outro ótimo livro da saga, a autora consegue manter o ritmo sem ser cansativa demais, enrola demais e respeitar o ritmo que a personagem precisa descobrir os fatos. Recomendo. 






Neste terceiro livro da saga Acampamento Shadow Falls, Kylie quer saber a verdade por pior que ela seja! A verdade sobre quem é a sua verdadeira família, a verdade sobre os seus poderes sobrenaturais e a verdade sobre o que ela sente com relação a Lucas e Derek. E pra completar, um fantasma vive atrás dela com um aviso terrível: “Alguém vive e alguém morre”. Enquanto Kylie tenta desvendar o mistério e proteger aqueles a quem ama, finalmente descobre o segredo da sua identidade sobrenatural. E a verdade é bem diferente e muito mais inesperada do que ela jamais imaginou!






Filme: Livrai-nos do Mal

Filme: Livrai-nos do Mal
Título Original: Deliver Us From Evil
Lançamento: Setembro de 2014
Duração: 1 hora e 59 minutos
Gênero: Terror, Suspense
Onde assistir? Netflix ou Vizer TV (Aqui )
Nota: 3 de 5

Assisti esse filme tem um tempinho atrás, e quando ele entrou pra plataforma de streaming da Netflix pude rever o longa para fazer minhas considerações aqui pra vocês. Não sei se é impressão minha, mas está ficando cada vez mais difícil encontrar filmes de terror bacana. Normalmente, eu curto mais filmes que consigam causar uma tensão e de deixar com esta sensação durante o longa. Livrai-nos do mal tem os típicos clichês de outros filmes do gênero. Mas, antes de falar o que achei vamos falar do enredo.  O policial Sarchie já viu e combateu muita coisa ruim em seu trabalho policial. Entretanto, ele tem um tal " radar" uma espécie de sentido que seu parceiro apelida para casos perigosos e muito ruins. Ele acaba topando com um caso em que uma mulher supostamente joga o filho na jaula de leões em um zoológico. Sem saber o porque daquilo, o policial acaba topando com outras ocorrências e as ligações acabam ficando meio óbvias. Mas, para o policial não há nada que não possa ser explicado pela lógica. Quando um padre demonologista aparece crendo que aquele caso tem padrões além do normal, o policial acaba percebendo que precisará da ajuda dele para resolver este caso, e restaurar sua fé perdida depois de anos assistindo as pessoas serem más. 

Eu li MUITAS críticas ruins e pesadas com relação a esse filme. E concordo em alguns pontos com os mesmos. Porém, Livrai-nos do mal tem uma certa mistura interessante. Além dos tópicos clássicos de qualquer filme de possessão demoníaca, ele também conta com o lado policial e de suspense colocando de certa em foco com o personagem principal. Livrai-nos do mal, fala de fé e coloca a questão de um policial que já viu de tudo em sua profissão e se indigna com a maldade das pessoas a confrontar sua fé, questionando o porque de permitirem as pessoas fazerem aquilo. 

O desenvolvimento do mesmo é bem conciso, não há nada muito cheio de delongas, e os aspectos básicos do terror estão ali. Obviamente, o clichê em algumas cenas é um pouco exagerado. A atuação do ator principal é muito boa, o que deixa o filme com um ar mais consistente. Esse filme poderia ser muito melhor? Poderia. Mas, em comparação com muitos outros que usam dos mesmos elementos, ele se sai bem melhor. A cena de possessão ou as caras do rapaz possuído dão um certo arrepio. Se você é daqueles que toma susto fácil, esse longa não aposta tanto nisso. Mas, ele aposta nas cenas já vistas como em Invocação do Mal e tantos outros. Apesar das muitas críticas, Livrai-nos do mal é uma ótima pedida pra você que curte terror com uma mistura policial e um roteiro amarrado de forma até que correta te deixando preso pelo menos até o fim do longa. 





O policial Ralph Sarchie (Eric Bana) tem uma intuição especial, que sempre o leva a combater casos extremos e perigosos. Em uma mesma semana ele se depara com um bebê jogado no lixo e uma mãe que atira seu filho na jaula dos leões em um zoológico. Intrigado pelos acontecimentos, ele começa a investigar as pessoas responsáveis, suspeitando que alguma força sobrenatural esteja por trás das histórias. Com a ajuda de um padre especializado em demonologia (Edgar Ramírez), Sarchie descobre uma verdade assustadora, muito além do seu mundo cético e racional.

Texto: Traída, mais uma vez.

 Eu me afasto e respiro fundo. Estou concentrando todas as minhas atenções em outra coisa, e enquanto estou fazendo isso tudo parece tolerável. Ou parece que vai melhorar. Mas, quando estou sozinha, me pego pensando novamente em tudo. Me dói saber que ainda me recupero, e foi só terminarmos pra você estar com outra pessoa. Me dói saber que antes mesmo de terminarmos, você já estava com ela. Me dói saber que enquanto curo um pouco das minhas feridas todos os dias, você segue em frente feliz como se eu tivesse sido apenas um capítulo borrado de um livro. Uma lembrança que você deixou de lado facilmente. Me dói saber que não fui tão importante o quanto você repetia pra mim que eu era. Não importa quantas palavras eu escreva sobre isso. O quanto eu tente tirar tudo isso de dentro de mim. Nunca será o suficiente pra descrever toda a dor que senti durante o tempo que estive contigo e o que você me causou. Eu tenho tentado seguir em frente, de verdade. Mas não é tão fácil assim como foi pra você. Afinal, tudo que eu te disse foi verdadeiro. Cada maldita palavra. Cada maldita promessa. E quando se diz coisas assim tão verdadeiras, tão fortes e quando se abre pra uma pessoa tão livre como eu me abri pra você, não se segue em frente assim tão rápido. Eu me abri pra você, deixei tudo em suas mãos. Te dei poder pra fazer o que quisesse. Confiei inteiramente em você. E você me fez sangrar. Sangrar de verdade. Me causou dores que eu nem consigo explicar. 


As pessoas que conheço me dizem que é só curtir a vida e não se apegar a mais ninguém. Encontrar uma pessoa nova. Mas, eu não sou assim. Nunca fui. Não supero e não esqueço uma pessoa com outra. Outro dia, vi uma foto sua com ela do mesmo jeito que tiramos uma foto quando estávamos juntos. E doeu. Chorei baixinho a noite. Quando seus erros começaram, no fundo eu me perguntei se eu não estava sendo tola. Minha mente pediu pra te deixar. Me alertou que você poderia causar um dano enorme em mim. Mas, eu escolhi acreditar. Porque você me fez amar você. Porque você sabia minhas fraquezas, porque você sabia o que eu queria ouvir. Por um tempo, eu me odiei e me senti louca. Não podia ser verdade, e eu consumia suas desculpas que mudavam a toda hora, repetindo pra mim mesma que você não faria isso comigo. Dizendo que isso poderia ser compreensível, criando razões pra não enxergar que isso voltaria a se repetir. E que não tinha a ver comigo. Tinha a ver com você. Queria acreditar que apenas você e eu era o suficiente, mas sentia que tinha mais alguém apesar de crer cegamente nas suas mentiras.  Então eu continuava, tentando agir naturalmente, tentando deixar de lado e dar mais um voto de confiança pra você. 

Primeiro. Perdoo. Segundo. Você chora. Eu estou prestes a terminar. Perdoo. Terceiro. Estou sendo ridícula, você me implora. Perdoo. Até que não dá mais. Termino, e dói como o inferno. A gente sempre fica se perguntando porque voltamos para aquela pessoa que nos causa mais dor do que felicidade. E acho que sei a resposta. Preferimos acreditar na mentira bonita. Preferimos ter aquela pessoa que nos faça chorar mas talvez nos ame. Nos culpamos e achamos que algo faltou em nós. Mas acontece que nem faltou nada. Foi você. Eu só pedi por sinceridade. Nunca te condenei se você se interessasse por outra pessoa. Só deixei claro que queria sinceridade. Mas, as mentiras saíam da sua boca com uma extrema facilidade. Era muito fácil pra ti mentir. Era muito fácil inventar desculpas novas, apelar pro meu emocional ou pro amor que eu tinha por você pra me fazer ficar nas diversas vezes que eu queria ir embora. 

Você escolheu me manter contigo, pra me machucar. E isso foi uma maldade. Maldade por você saber tudo que passei. Por saber o quanto eu já havia sofrido. Maldade pelas promessas , pelos nossos planos e pelas palavras ditas. Planos esse, que agora você realiza com ela. Procurei por muito tempo uma explicação, mas nada do que você me dizia parecia me contentar. Nada parecia fazer sentido, porque o erro não estava em mim. Estava em você. E eu deixei isso acontecer, quando permaneci quando deveria ter ido embora. Agora, arco com as consequência das minhas escolhas, mas tenho certeza de que você irá arcar com as suas. Afinal, tudo que a gente faz pro outro, volta pra gente de um jeito ou de outro. E eu tenho certeza de que pelo menos algumas vezes, eu vou surgir na sua mente e deitar a cabeça no travesseiro deve ser uma tarefa cruel pra ti. Deve ser uma merda ser você agora. Pense que é feliz, mas não dois sabemos que você não é. Não de verdade. E cedo ou tarde, espero que você perceba os estragos feitos. Porque o universo, esse não deixa passar nada. 

Dedicado a B.A. S 

Filme: Era uma vez um príncipe

Filme: Era uma vez um Príncipe

Título Original: Once Upon a Prince

Lançamento: Abril de 2018

Duração: 2 horas

Gênero: Romance, Drama

Distribuidora: Hallmark Channel

Nota: 2,5 de 5

Assisti esse filme desprenteciosamente no Youtube, e por conta também da atriz principal que já esteve em filmes como" a nova cinderela com a lucy hale " e o seriado " the secret life of an american teenager". Por se tratar de um filme de baixo orçamento e bem simples, não espere muito do mesmo. Antes de falar minhas considerações, vamos falar do enredo. Susanna acaba de terminar um relacionamento e durante uma viagem acaba tendo problemas com seu carro. Então,ela conhece um jovem rapaz e bonito que gentilmente a ajuda com seu problema. Depois disso, os dois começam a se envolver sem saber muito bem o que está acontecendo. Até Susanna descobrir que Nate na verdade é um príncipe. E por ser príncipe, ele não pode de nenhum jeito se relacionar com uma plebéia. Conforme vão se envolvendo mais e se apaixonando, os dois tem que procurar um jeito de ficarem juntos.

Há muitos filmes com essa mesma temática por aí, inclusive eu já resenhei alguns aqui no blog, mas o grande problema com esses filmes é que eles são MUITO clichês e acabam abusando demais disso deixando o filme morno e tirando a magia daquele conto de realeza sabe? É isso que acontece com esse filme, que apesar de alguns momentos exalar fofura e romance, ele se perde em seu desenvolvimento. A história vai desenrolando sem pontos altos, deixando as coisas muito mornas e parecidas com outros filmes do gênero. Um dos filmes que eu mais curto é um " Um príncipe em minha vida" mas depois do primeiro, as continuações foram ladeira a baixo. Esse filme tem disponível lá no Youtube completinho, e parece ser um daqueles longa de baixa produção. A história poderia ter sido muito bem explorada já que tem um começo muito interessante, mas acaba sendo mais do mesmo. Creio que eu ainda espere uma inovação nesses filmes. Se você curte filmes de príncipes na vida real, mornos, fofinhos e bem sessão da tarde, esse aqui vai se encaixar perfeitamente.




Susanna (Megan Park) está envolvida em um apaixonante romance com um rapaz que a ajudou a consertar seu carro no meio da estrada. Conforme eles vão se conhecendo, a jovem descobre que seu amado é nada mais nada menos do que um príncipe. As regras da realeza são claras: um membro jamais pode se relacionar com uma plebeia. Mas os dois estão dispostos a lutar por esse amor e mudar a tradição. 


Eu assisti / Filme : A Hora da Sua Morte


Filme: A hora da sua Morte
Título Original: Countdown
Lançamento: Fevereiro de 2020
Gênero: Suspense, Terror
Duração: 1 hora e 37 minutos
Distribuidor:  Diamond Filmes
Nota: 2,5 de 5

Encontrei esse filme na plataforma da Amazon Prime Video e a sinopse me interessou. Vamos ao enredo antes de falar as minhas considerações. Neste longa, a jovem enfermeira Quinn ( a Becky da primeira tempora de You) está feliz com seu trabalho, até que ela percebe que várias pessoas estão baixando um aplicativo que diz prever a hora da sua morte. Quinn, de início acredita que aquilo seja uma bobagem e acaba baixando o aplicativo para conferir. Só que o APP acusa que a jovem tem poucos dias de vida. Sem ainda acreditar muito, Quinn começa a presenciar fatos estranhos e descobrir que outras pessoas que baixaram aplicativos morreram inexplicavelmente.  Quando ela começa a ser assombrada por uma criatura, ela tem que correr contra o tempo para descobrir como quebrar esse ciclo de morte, enganar a morte e sobreviver a tudo. 

O enredo desse longa é extremamente clichê, e cheio de pontos previsíveis. Chega a lembrar a série " Premonição" em que os personagens tentam incansavelmente enganar a morte e sobreviver com um plus de modernidade já que aqui é inserido um aplicativo. A premissa básica e inicial é boa, mas o roteiro acaba caindo nas ações previsíveis de muitos filmes do mesmo gênero. Os sustos não tão são bem elaborados e o roteiro carece de elementos mais atrativos que faça o filme entreter melhor quem está assistindo. Faltou um pouco de inovação para um roteiro um pouco batido, com ações já semelhantes usadas em outros longas do mesmo gênero, ter um aplicativo que indica sua hora de morte, me lembrou muito algumas ideias como o clipe de " Save me" do Nickelback em que uma pessoa específica acaba vendo quanto tempo a pessoa tem de vida, ou em ideias parecidas como em Diário de Horrores que há um aplicativo que rouba sua face. A hora da sua morte poderia funcionar se soubesse como desenvolver sua história e usar desses elementos novos pra se diferenciar, mas acaba caindo na mesmice de filmes como " Verdade ou desafio" ficando no mesmo padrão de sempre. Lembrando que também temos no elenco Peter Facineli o " Carlisle" da saga Twilight. A hora da sua morte pode te distrair um pouco, mas não espere muito do longa.





Uma enfermeira chamada, Quinn (Elizabeth Lail), faz o download de um aplicativo que afirma prever exatamente quando uma pessoa vai morrer. Mesmo sem acreditar, Quinn o baixa, tendo uma surpresa: o aplicativo diz que ela só tem mais dois dias de vida. Quando o cronômetro começa, ela precisa encontrar uma maneira de salvar sua vida antes que o tempo se esgote. Pra piorar a situação, uma figura misteriosa e sobrenatural, passa a assombrá-la insistentemente.




Resenha de Livro: Para todas as pessoas Intensas


Livro: Para todas as pessoas intensas
Autor: Iande Albuquerque
Ano: 2019
Páginas: 224
Editora : Outro Planeta
Nota: 3 de 5

Conheci a escrita do Iande um tempo atrás quando ele escrevia em algum site em colaboração que eu confesso não lembrar agora qual é. Depois disso, vi algumas citações soltas e textos, e acompanhei seus textos chegarem mais longe até virarem livros. Sempre gostei do jeito que ele escreve até chegar nesse livro. Vou confessar que eu esperava AMAR esse livro já que estava acostumada com o jeito de escrever do Iande, e é isso que ele entrega nesse livro. Minhas expectativas estavam grandes já que sempre me considerei uma pessoa intensa. Normalmente eu falo da sinopse, mas como nesse caso esse livro é de textos com a maioria do assunto em comum, não há muito o que explicar sobre o mesmo, então já vou partir diretamente pra minha opinião sobre o mesmo. Como disse ali em cima, eu esperava que esse livro se tornasse um dos meus favoritos da vida, e apesar de ele ser bom não foi isso que aconteceu. 

O livro do Iande segue a mesma linha de diagramação dos outros livros que tem essa mesma temática de textos, com páginas com trechos de livros soltos e etc. Nesta obra, a intensidade é abordada em quase todos os textos e o autor consegue se sair bem na maioria deles. O problema é que chega uma parte do livro em que ele se repete muito nas frases, e isso acaba se tornando cansativo DEMAIS. Como escritora, eu creio que tem jeitos e jeitos de se falar de um mesmo assunto de várias formas, as vezes mesclando com assuntos diferentes ou comparando com os textos anteriores para se ter uma noção diferente. Mas aqui, em certo ponto da leitura você cansa de ler a mesma coisa, do mesmo jeito com algumas pequenas diferenças entre eles.  E isso prejudica a obra, já que o autor é muito bom em escrever sobre assuntos. Um exemplo disso é o livro do Ique Carvalho " trago o seu amor de volta" em que ele fala de assuntos em comum, mas de formas diferentes no qual o desenvolvimento é bem feito e mesmo que o assunto seja o mesmo parece que se está falando de outra coisa. 

A qualidade de escrita e o talento do Iande continuam nessa obra e isso não diminui o talento dele pra escrita, mas no casos de livros de textos nesse estilo é preciso se tomar cuidado pra não exagerar na dose falando da mesma coisa repetidamente do mesmo jeito. Cansa mesmo. Mesmo que você esteja naquela vibe que o livro propõe dependendo de como o livro é composto, a leitura se torna arrastada mesmo que a escrita seja boa. Esse é o caso dessa obra, que tem textos incríveis mas repetitivos. 










Um dia alguém vai sumir da sua vida, só porque você é intenso demais, ou porque você é simplesmente amor demais. E algumas pessoas têm medo do amor. ser intenso é ser profundo demais, imenso demais, vivo demais, e hoje em dia, as pessoas têm um medo danado disso. Ser intenso é ser profundo demais.





Topo