Texto: Esse é mais um texto sobre o amor..ou não


É a gente tenta e tenta mais um pouco, mas a gente só consegue entender o que é o amor quando a gente sente. E nem chega nem perto de descrever com o que faz conosco. O amor não é só aqueles textos melosos e também não é só uma coleção de momentos felizes e perfeitos. O amor te irrita. Te faz chorar. Te faz querer desistir e ficar sozinha mesmo. Ele te faz sorrir que nem boba em um momento inoportuno. Te faz acelerar o coração, suar a mão e tremer a perna. Te faz sentir o coração apertado e te faz imaginar cada pequena coisa com aquela pessoa. Te tortura sem dó nem piedade. Te arranca algumas lágrimas e até gera algumas briguinhas. Mas ele é lindo demais. Um sentimento tão lindo, que outro nem chega nem perto de superar. Quem ama briga. Quem ama faz as pazes ainda mais apaixonado. Quem ama se irrita. Tem raiva. Tem vontade de desistir e repensa tudo, mas nunca desiste porque o amor não deixa mesmo. Quem ama atura, compreende e tem uma santa paciência para todas as manias irritantes e todos os defeitos do outro, quem ama suporta e fica mesmo achando que não vai dar certo. 

Porque a realidade dura é que nenhum relacionamento é feito só de momentos bons, românticos e felizes. As brigas existem. As discussões existem. A vontade de terminar e seguir cada um pra um lado também. É meio que inevitável. Mas o que resiste é o sentimento. É o saber de que sem aquela pessoa as coisas não fazem tão sentido como fazem ao lado dele. É saber que você chora e tem vontade de beija-lo toda vez que ele fala algo fofo ou romântico. O amor é difícil, é duro e além de lindo é trabalhoso. Precisa de duas pessoas trabalhando nele e fazendo-o crescer diariamente. Precisa da vontade das duas pessoas. Você não o encontra. ele simplesmente surge. E o meu? Bom, ele já surgiu. Surgiu quando eu o conheci. Bem, e quando eu conheci eu sabia que tinha algo de diferente. Com aqueles olhos. Aquele sorriso. Aquele jeito de me envolver. Tão forte que conseguia ser forte por mim e por ele. Sempre me segurando pra eu não cair e me machucar. Sempre preocupado comigo. Sempre me incentivando e me deixando livre. 

Me surpreendendo a cada dia enquanto eu compartilho meus sonhos. Enquanto nós fazemos planos e desejamos do fundo do coração que possamos compartilhar uma vida e eu desejo que um dia possamos compartilhar um lar. Encontrei mais do que um simples amor pra compartilhar meus medos e segredos. Um amor que me deixa ser eu. Que me traz algo que eu sempre busquei e me transborda. Me preenche de uma forma imensa. Estamos tão longe agora, mas nos amamos tanto. Mais tanto. Estamos lutando contra as dificuldades, contra as interferências e obstáculos. Estamos contando um com outro. E eu simplesmente não vou desistir. Eu simplesmente não vou sossegar enquanto não estiver ao seu lado. Enquanto não tentarmos buscar nossa própria felicidade.  Então apenas olhe nos meus olhos, segure minha mão, vamos nos abraçar e sentir um ao outro. Sei que nossa momento está perto, e nossos planos pro futuro mais ainda. Só quero tudo com voce. E mais um pouco. Eu te amo mais do que achei que poderia amar alguém e toda vez que fecho os olhos o desejo mais profundo do meu coração é que você seja a última coisa que eu vejo antes de dormir e a primeira quando eu acordo. Meu coração é literalmente seu. E não poderia ser diferente.

Resenha de livro: A Fera em Mim

Livro: A Fera em Mim
Autora: Serena Valentino
Ano: 2016
Páginas: 192
Editora: Universo dos Livros
Nota: 4 de 5

A Fera em Mim é o primeiro de alguns livros de contos da Disney publicados pela Universo dos Livros que contam a história de alguns personagens que já conhecemos. Neste caso, temos a Fera. O príncipe mimado e arrogante que foi transformado em uma criatura horrível por uma bruxa e que só voltaria ao normal quando aprendesse a amar e fosse retribuído. Todos conhecemos de cor e salteado a história de A Bela e a Fera, mas como era a vida do príncipe antes de tudo isso. Qual era sua motivação, seus gostos e seu jeito? Em a Fera em Mim, a autora Serena Valentino explora esse passado passando pela transformação do príncipe que não ocorreu de imediato e sim foi acontecendo aos poucos. O livro começa com aquela cena que conhecemos em que Bela se oferece como prisioneira da Fera e logo depois começamos a vislumbrar o passado desse príncipe que era amigo de Gaston (sim, o mesmo Gaston que tentou mata-lo depois) ficou noivo de uma garota e depois a dispensou cruelmente ao saber que ela era uma garota humilde e sua arrogância notável com as pessoas ao seu redor e que se relacionavam com ele. Apesar de o livro ser bem previsível em algumas partes, isso não atrapalha em nada o andamento do mesmo já que a autora sabe conduzir a história com uma leveza incrível fazendo com que o andamento da mesma seja bem rápido.

 A linguagem é muito clara e eu gostei muito de como ela explorou esse personagem unindo alguns pontos que poderíamos deduzir e outros que nos dá uma perspectiva nova sobre o personagem da Fera. A magia do conto está super presente e achei super inteligente saber um pouco mais desse personagem tão querido em um conto que encanta milhares de pessoas. Com esse livro, podemos perceber que todas as pessoas tem uma história, sejam elas boas ou ruins. O príncipe tinha a sua antes de virar aquela fera horrível e é legal pra quem adora o conto e sempre quis saber mais, saber um pouquinho mais sobre a vida desse personagem. É um livro encantador, bem leve e rápido que contém os elementos certo, o desenvolvimento bem conduzido e uma história sem inovações mas que encanta e satisfaz o leitor durante a experiência de leitura. Recomendo muito.


Um príncipe amaldiçoado se isola em seu castelo. Poucos o viram, mas aqueles que conseguiram tal proeza afirmam que seus pelos são exagerados e suas garras são afiadas como as de uma fera! No entanto, o que levou esse príncipe, que já foi encantador e amado por seu povo, a se tornar um monstro tão retraído e amargo? Será que ele conseguirá encontrar o amor verdadeiro e pôr um fim à maldição que lhe foi lançada? Em A fera em mim, conheça a história por trás de um dos mais cativantes e populares contos Disney de todos os tempos- A Bela e a Fera! 


Eu assisti: SPF18

Filme: SPF - 18
Lançamento: Setembro de 2017
Duração: 1 hora e 15 minutos
Gênero: Drama, Romance
Distribuidora: Netflix
Nota: 2 de 5
Onde assistir? Netflix ou Vizer TV (Aqui )

Esse filme entrou pra minha lista por 2 motivos: Noah Centineo ( que virou o crush de filmes atuais) e a sinopse do mesmo. Ele ficou um tempinho na minha lista da Netflix mas finalmente cedi e decidi assisti-lo esperando uma coisa completamente diferente do que foi apresentado, mas enfim antes de tudo vamos falar do enredo como é comum.  Penny vai a Maliby para ficar com o namorado Johnny em uma casa mega grande que é de ninguém mais ninguém menos que Keanu Reeves. Johnny está em dúvidas entre seguir a faculdade de artes ou ser surfista já que seu pai acabou falecendo cedo devido a profissão e ele eficou um pouco traumatizado por isso.  Penny leva para sua viagem a Malibu sua prima Camilla que é completamente descolada e ousada. Eles acabam se deparando com um músico misterioso chamado Ash que está se refugiando, mas na verdade ele é um astro teen em busca de um caminho próprio na música. A partir dai as vidas desse jovens se unem e as coisas mudam em um piscar de olhos, assim eles vão precisar lidar com as mudanças e as dificuldades apresentadas.

A primeira coisa que eu posso dizer desse filme é: nem mesmo NOAH CENTINEO o salvou. E olha que ele é super fofo. Mas nem o personagem dele é legal. Sério mesmo. Esse filme é chatinho, morno, roteiro sem nexo, e bobo do começo ao fim. Pouquíssimas partes se salvam. Eu fiquei entediada a maior parte do tempo e posso dizer com muita raiva. Primeiro que o filme já começa sem nexo nenhum nas atitudes dos personagens ( ESSA PARTE TEM SPOILERS) a menina vai até Malibu ficar com o namorado. Além do cara não dar a MÍNIMA pra ela, eles transam pela primeira vez e ao que parece ele não dá a mínima pra isso. Isso mesmo. No outro dia, o cara se afasta dela como se nem fosse namorado. Dai em diante some e alega vários outros motivos ( não que isso não seja verídico na vida real) mas no contexto do filme NÃO fazem sentido nenhum. 

Depois a menina acaba se interessando do nada pelo músico frustrado, a prima ousada do nada se interessa pelo ex que fez pouco caso da transa e só isso. Fora umas cenas brisadas que eles colocam do personagem Johnny viajando na imaginação tentando descobrir porque não conseguia surfar. Eu achei a coisa mais boba e idiota do mundo. Fiquei irritada nível máximo com esse filme. O mínimo que consegui gostar foi a personagem da Camilla em algumas cenas, e talvez algumas partes da história do Ash em querer achar seu caminho na musica sozinho e sem o que sua gravadora queria. Mas fora isso,filmizinho beeeeeeeeeeeem fraco. Beeeeeeem morno. Beeeeeeeeeeem bobinho e bem abaixo do esperado. Definitivamente um ator/elenco não conseguem salvar nenhum filme com roteiro ruim por mais que sejam talentosos. É se você for do tipo que gosta de ver pra saber, bom pode ser que você até tenha uma opinião diferente, mas essa é a minha.


Cinco adolescentes prestes a se formar no ensino médio passam o verão tomando conta da elegante casa de praia do Keanu Reeves. Entre romances e muito surfe, eles fazem descobertas sobre si mesmos e se veem obrigados a amadurecer e lidar com grandes decisões de vida.




Resenha de Livro: O Teorema Katherine

Livro: O Teorema Katherine
Autor: John Green
Ano: 2013
Páginas: 304
Editora: Intrínseca
Nota: 2 de 5

Essa foi uma das leituras mais decepcionantes pra mim e foi uma pena. Gostei muito de Cidades de Papel e de A culpa é das estrelas e consegui o Teorema Katherine por meio de uma troca há algum tempo atrás porém nunca tive tempo ábil pra ler. Antes de falar sobre minha experiência com esta leitura, vamos falar do enredo do livro como é de costume não é mesmo? Colin Singleton tem um tipo de garota: qualquer uma que se chama Katherine. Foram exatamente 19 ao todo e o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Abalado com seu último fora ele resolve cair na estrada com seu melhor amigo e elaborar um teorema baseado em seus relacionamentos com Katherines. 

Esse foi um daqueles livro beeem arrastados e super difícil de terminar. Pensei em abandonar várias e várias vezes seguida. Foi realmente uma pena. Pensei que encontraria algo parecido como em " Cidades de Papel" e a " A culpa é das estrelas", mas o autor entrega uma narrativa confusa, que até tem algo por trás mas demora pra desenrolar e não sabe desenvolver os pontos mais cruciais de uma forma interessante deixando a leitura cansativa e irritante. Os personagens também não colaboraram muito já que o único que me cativou um pouco foi o amigo de Colin que tem um senso de humor até engraçado e salva alguns diálogos entre os mesmos. As anotações no rodapé chegam ao ponto de irritar, confundir e não acrescentar muito já que querem explicar alguns pontos mas acabam não fazendo isso. A mesma coisa acontece com os gráficos também inseridos no texto. 

Não entendi a maior parte do tal teorema que Colin queria fazer e por não ter tantos pontos altos a história foi rolando sem nada pra me prender na leitura. Foi uma história MUITO decepcionante. Fiz uma troca de livros há algum tempo atrás e deixei esse na minha lista mas esperava muito mais do que foi apresentado. Ainda penso em dar mais uma chance para o autor com " Quem é voce alasca?" e " Tartarugas até lá embaixo" mas esse pra mim realmente não desenrolou. Uma pena.







 Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera



Especial Decor: Uma idéia de mobília pra você usar

 Olha só quem vem trazer diversidade de assuntos nas postagens pra vocês. Euzinha. Conhecendo o blog, tenho certeza de que vocês sabem que eu adoro diversificar e falar de assuntos diferentes. Então, na postagem de hoje não poderia ser diferente. Eu nem sempre fui uma pessoa muito ligada em móveis e decoração, mas chega uma hora da nossa vida que precisamos tomar alguma decisão com relação a isso. Hoje, escolhi falar de um item de mobília que parece ser muito fácil de escolher, mas que é uma das peças chaves no cômodo do nosso lar. A mesa de canto da sala. Perai, mas eu não tenho mesa de canto. Exatamente. Um móvel super compacto e simples que pode te ajudar ai quando você tiver algo na mão e não ter onde colocar. O que sempre acontece. Mas com tantas opções diferentes, vamos conhecer mais da funcionalidade desse imóvel e as opções que variam pra cada gosto.


Mesa de canto na sala: saiba como usar! 

A mesa de canto ou lateral, é um móvel prático, que pode ser usado para dar um ''up'' na decoração da sala. Esse móvel auxiliar é simples, discreto e ocupa, literalmente, apenas o canto da sala, que normalmente não é utilizado. Porém, com uma mesa lateral, ele pode ter mais funcionalidades do que você imagina: você pode usar sua mesa de canto para sala como apoio para copos, xícaras, controles remotos, para deixar o celular carregando, para descansar livros e óculos, para expor bebidas, para apoiar um abajur, para colocar um porta retrato de família, e por aí vai.


 

Como escolher uma mesa de canto para a sua sala?

Escolha onde sua mesa de canto irá ficar: apesar de ser tradicionalmente usada ao lado do sofá, isso não é uma regra. Você pode usar sua mesa lateral ao lado de uma poltrona, rack ou perto da janela. O importante é que ela esteja perto de você quando precisar dela.

Altura da mesa de canto: o ideal é que a sua mesa tenha a altura do braço do sofá. Nem menor, nem maior. Essa altura permite o uso confortável da mesa para quem estiver sentado ao lado. 

Tipos de mesa de canto:

Mesa de canto de madeira: a mais clássica. A madeira é nobre, atemporal e pode ser adaptada para todos os estilos de casa. Sendo uma opção clássica!




Mesa de canto de metal: sendo feita em metal ou ferro ela traz um ar moderno e jovial para o ambiente, sendo indicada para quem gosta do estilo contemporâneo na hora de decorar.  




Mesa de vidro: o vidro é elegante, outro clássico que garante uma sensação de amplitude ao ambiente, já que o material translúcido causa essa ilusão visual. 

E ai, vocês curtiram?

Qual é a sua opção favorita? Conta pra gente! 

*postagem publi

Texto: Putz, aconteceu de novo. Me apaixonei, estou amando.


Quando eu paro pra pensar na minha vida, neste exato momento não acreditaria que todas aquelas noites chorando no travesseiro resultariam em uma coisa: você. Você é exatamente como eu clamava em noites depressivas. E isso até me assusta, por que cá entre nós eu já estava tão decepcionada que mal acreditava que alguém assim fosse realmente aparecer. BAM! Você apareceu. Como quem não quer nada. Como se não fosse roubar meu coração pra si nos primeiros momentos. Puta que pariu garoto você fez tudo direitinho. Conseguiu me conquistar mais rápido do que deveria. Conseguiu me fazer me apaixonar ainda mais rápido. E quando eu vi, já era causa perdida. Não tinha mais volta. Percebi isso no momento que senti meu coração apertar pela primeira vez ao pensar em você. Epa, eu reconhecia essa sensação. Merda. Aconteceu. De novo. E dessa vez, era ainda mais intenso. Ainda mais maravilhoso. Nos encontramos um no outro. Você me completava, me enchia de sensações boas. Chegava até transbordar. 

Comecei a tecer teorias, imaginar nosso futuro e planejar várias e várias coisas. Achei que estava sendo boba. Acreditei que uma hora algo iria dar errado e você ia se tocar que não era bem isso. Mas você só ficou. Só repetiu as mesmas coisas incansavelmente todos os dias. Só me apoiou quando eu literalmente não tinha ninguém. Me deixou chorar em seu ombro e enxugou minhas lágrimas. Me fez rir e fez brincadeiras com o meu jeito de ser. Me compreendeu e se apaixonou exatamente por tudo. Todo o pacote. Com todos os defeitos que eu odeio. Com todas a imperfeições malucas que eu ainda tenho neura. Queria me ver com os teus olhos. Porque neles, eu sou linda de qualquer jeito. Não importa o que eu faça. E talvez eu não consiga ser grata o suficiente quando você me enxerga desse jeito. Não consigo dizer o quanto isso significa pra mim em palavras. O tempo passou, passou e passou. Você continuou ali. Exatamente no mesmo lugar e conseguiu me surpreender cada dia mais. Ainda consegue. Sei que nenhuma relação é mil maravilhas. Sei que nada é assim tão lindo e perfeito. Mas tudo que eu espero é que possamos manter esse sentimento tão forte e verdadeiro como agora. Espero que eu possa sempre estar ao seu lado e que eu possa te abraçar quando estiver sem saber o que fazer. Espero poder sempre sentir seu cheiro e aspira-lo como se fosse o melhor perfume do mundo. Poder olhar nesses olhos verdes que me fazem me perder. Nesse beijo que me deixa sem nenhuma consciência. Nesse abraço que me conforta mais do que qualquer outra coisa nesse mundo. Eu só quero você. Você que me fez voltar a ouvir músicas românticas, reviver nossos momentos, fantasiar outros, imaginar nosso futuro. Puts, eu me apaixonei. Perdidamente. Intensamente. Inteiramente. E não é só paixão, garoto. Você me deu algo que eu sempre procurei.

 Você preencheu o vazio que eu sempre quis desesperadamente parar de sentir. E foi ai, que eu me dei conta. Ai que eu me toquei que a coisa era ainda mais séria, ainda mais grave. Eu estava te amando. Te amando demais. Te amando a ponto de chorar só de pensar na saudade que sentia. Ao ponto de sentir os olhos lacrimejarem por achar que eu nunca me sentiria desse jeito. Nunca saberia o que é esse sentimento. E eu talvez nem saiba direito sabe? Mas e dai? Eu só consigo amar. Amar isso. Amar você. Amar a nós. Amar nossos momentos. O  quanto você me faz feliz. O quantp sua presença me faz querer ser o melhor. Te dar o melhor. Posso não ser perfeita, mas te darei o melhor de mim. Te amarei da melhor forma que meu coração remendado conseguir. Te darei o sincero, o verdadeiro e o puro. E acima de tudo, estarei sempre contigo. Sempre. Não importa o que aconteça. Não importa. 

Eu assisti: Amizade Desfeita 2

Filme: Unfriended / Dark Web
Título: Amizade Desfeita 2
Duração: 1 hora e 28 minutos
Gênero: Suspense, Terror
Ano: 2018
Nota: 2,5 de 5
Onde assistir: Vizer Tv (Aqui )/ Netflix (em breve)

Eu já fiz resenha do primeiro filme de mesmo nome de Unfriended, e gostei bastante. Quando saiu o trailer do segundo achei que seria algo até melhor, mais assustador e beeeeeeeeeem não foi isso que aconteceu. Mas antes de tudo vamos falar do enredo né? Um jovem que trabalha em um cyber cafe pega um notebook que está esquecido lá há semanas pra ele com intuito de ter um computador melhor pra se trabalhar. Apesar de parecer algo meramente inofensivo, ele descobre coisas totalmente estranhas na memória do notebook, como conversas suspeitas e vídeos ainda mais estranhos. Enquanto está em chamada com seus amigos ele tenta descobrir o que está realmente rolando com aqueles arquivos mas pode colocar sua vida e a vida de seus amigos em jogo quando percebe que entrou na parte negra da internet e que as pessoas por trás daquilo não estão para brincadeira.

A premissa do filme continua a mesma do primeiro, contar a história através da tela do notebook com vídeo chamadas, telas de redes sociais e vídeos. No trailer lançado, a impressão é de que seria algo parecido e mais sombrio que foi abordado no primeiro, mas Unfriended 2 deixa muito, mas muito a desejar. Ele demorar demais pra acontecer. Não causa arrepios e muito menos pode ser classificado como filme de terror.O primeiro filme ganha de lavada em muitos aspectos com relação a esse, que apesar de ter elementos MUITOS bons, infelizmente não foram bem aproveitados. O filme se perde e segue numa direção monotona não causa terror e o suspense é bem fraco puxando a semelhança do primeiro mas falhando miseravelmente. A ideia de ter um notebook cheio de arquivos e videos de pessoas sendo torturadas é interessante e podia ter sido muito melhor explorada para prender a atenção do espectador, mas ao inve´s disso o filme opta  pelo caminho mais previsível e tenta dar uma reviravolta no final que não funciona muito bem. Não consegui me empolgar em nenhum momento o que foi bem diferente do primeiro em que não tirei os olhos da tela. É incrível como um trailer passa uma sensação diferente da atmosfera real do filme e isso acontece aqui. O que era pra ser um filme mais terror e desenvolvido acabou sendo bem inferior ao seu primeiro e trazendo uma história que nem causa arrepio nem assusta. Eu diria que ao menos é bem triste pois por ter gostado do primeiro estava esperando algo maior neste filme e não aconteceu. Em algumas cenas do mesmo, a tela gravada fica parada e você se pergunta porque estão perdendo tempo mostrando certas coisas e não trabalhando no suspense de outras? Fora que a morte dos personagens em cena acaba não fazendo muito sentido e ficando bem bagunçada. É, foi meio decepcionante. É um filme bem sessão madrugada GLOBO sabe? Mas definitivamente não dá pra ser classificado como terror. Uma pena.



Um jovem de 20 anos encontra arquivos ocultos no armazenamento de memória do seu novo laptop e sem perceber ele se vê preso na tela do computador e dentro da parte mais profunda e obscura da web.





Resenha de Livro: Corra, Abby, Corra!

Livro: Corra, Abby, Corra!
Autora: Jane Costello
Ano: 2015
Páginas: 420
Editora: Record
Nota: 3.5 de 5

Por alguma sorte repentina consegui adquirir esse livro super baratinho por apenas 20 reais e confesso que me surpreendi. Nunca tinha lido da autora e o depoimento de capa de Sophie Kinsella (uma autora que eu adoro) elogiando a história só fez com que as minhas expectativas aumentassem. Corra, Abby, Corra! como é bem sugestivo pelo título tem como protagonista a personagem Abby que é um jovem empresária de 28 anos que abriu há pouco tempo seu próprio negócio: uma empresa de web design. Alcançando resultados satisfatórios com seu trabalho, ela se vê encantada por Oliver um cara que parece perfeito ao seus olhos apresentado por sua melhor amiga, Jess. Abby quer impressiona-lo e para isso acaba entrando para o clube de corrida do qual Oliver e Jess participam. Só que o que era pra ser uma tática bacana acaba se tornando um pequeno desastre. Exercícios físicos e vida saudável? Não era com ela. 

Abby acaba tentada a largar o clube de corrida, mas tudo muda quando ela descobre que uma de suas funcionárias e jovem de 23 anos é diagnosticada com esclerose múltipla. A descoberta a comove profundamente que repensa em sua vida e suas reclamações diárias. Com isso, Abby se decide a voltar para a corrida para participar de uma maratona e arrecada fundos para pesquisa sobre a doença de esclerose. Nesse meio tempo, ela ainda tenta impressionar o Doutor Sexy (como ela chama Oliver) lida com turbulências no trabalho,descobre algumas coisinhas de família e percebe que talvez o amor que procure esteja onde menos imagina isso tudo é claro em meio a grandes trapalhadas.

Já li alguns livros do gênero chicl-lit e gosto bastante. Confesso que esperava um pouco mais dessa história apesar de ter gostado bastante do que foi apresentado. Abby é naturalmente engraçada em vários momentos e passagens da história. A autora sabe conduzir o ritmo da história muito bem e até arranca alguns sorrisos com alguns acontecimentos. O que me incomodou um pouco é que a história em alguns pontos fica um pouco estacionada como se nada de importante estivesse acontecendo. O ritmo parece diminuir e quase parar enquanto você tenta procurar algum aspecto engraçado ou carismático pra se prender. Em alguns momentos me senti um pouco perdida por estar lendo algo que parecia estar ali só por estar sem acrescentar muita coisas para o enredo em si. Ela fica encantada por um cara que apesar de ela reforçar estar dando sinais de interesse nela não parece tão interessado assim. 

Me faltou um pouco de atenção em alguns aspectos a se trabalhar no livro para que os elementos cômicos fluíssem ainda melhor. A história é boa, mas infelizmente se perde um pouco o que faz que o meio da mesma te leve a pensar " quando vai acontecer algo aqui?". Neste ponto, você se pergunta onde estão as passagens que te fazem rir e ou te arrancam um sorriso. Entendo que um chick-lit não é um livro de comédia, mas pelo gênero você já crê que vai ter algo puxado pra esse lado o que ocorre na história mas se perde em alguns momentos. Por outro lado é um livro bem leve, com uma história não tão aprofundada e situações dignas de se dar ao menos um sorrisinho de boca. Apesar das minhas considerações é um livro que gostei bastante e recomendo a leitura.






Abby nunca foi de se preocupar com hábitos saudáveis. Aos 28 anos, ela acaba de fundar a própria empresa de web design, e sua rotina parece consumir todo o seu tempo. Ela não tem a menor ideia de quando foi a última vez que deu um beijo apaixonado. E o pior: mal tem tempo para comer, malhar então... nem pensar.Mas quando sua melhor amiga a convida para participar de um clube de corrida, a jovem empresária encontra uma motivação: Oliver, charmoso e bem-sucedido médico que parece estar interessado em suas investidas. Seu primeiro dia de corrida, entretanto, não acaba como imaginou e ela jura que nunca mais vai correr. Até o dia em que sua assistente Heidi revela ser portadora de esclerose múltipla. A partir daí, Abby vê nas corridas uma forma de arrecadar fundos para a pesquisa da cura para a esclerose.Só que ela precisa de muito fôlego para gerenciar a empresa, lidar com sua operadora de seguro para arcar com o prejuízo de um motoqueiro que ela atropelou por acidente, e ainda conquistar o Dr. Sexy. Mas o que Abby não imagina é que pode estar correndo atrás do homem errado... 



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