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Filme: Coringa Delírio a Dois

 



Filme: Coringo Delíro a Dois
Título Original: Joker Folie a Deuex
Duração: 2 horas e 18 minutos
Gênero: Musical, Thriller, Drama
Produção: Warner Bros
Nota: 2 de 5
Em exibição nos cinemas

Vamos falar de Coringa 2? Vamos! Muito se falou, muito se criticou, muitas opiniões saíram e as críticas negativas cresceram. Mas, se vocês me acompanham por aqui sabem que eu gosto de dar minha própria opinião nas coisas. Algumas críticas disseram que muita gente achou o filme ruim porque não entendeu o propósito do filme. E sinceramente eu fiquei confusa sobre qual o propósito do mesmo. Se no primeiro, vemos como Arthur Fleck se tornou o Coringa e quanto de seus problemas afetaram sua saúde mental, aqui neste segundo filme tentam desmontar tudo que foi criado no primeiro.


A primeira sensação que tive é que o filme é muito arrastado, demora demais pra acontecer algo. E antes que digam, eu já sabia que era musical e até gosto de musicais se bem executados e nesse caso não creio que tenha sido. Perdi as contas de quantas vezes estavamos em um dialogo com os personagens esperando algo acontecer  e música. Outra cena expectativa: Música. Outra cena com expectativa: música. É muito exaustivo e frustrante até pra quem gosta de musical. Normalmente em filmes musicais, as músicas estão ali com um propósito e algumas das músicas desse longa simplesmente não se encaixam. É uma jogada de delírio pra lá, outra pra cá e muitas vezes sentia que era só pra mostrar um pouco mais da lady gaga cantando. As músicas tinham que se encaixar nas cenas sem que o espectador percebesse e aqui não acontece isso, não há fatos que liguem certas músicas e fica bem chato assistir isso. Uma hora cansa.



Quanto ao roteiro, obviamente aqui queriam desassociar a imagem do Coringa e do Arthur Fleck dizendo que eles eram duas pessoas completamente diferentes. Só que colocando o personagem neste enredo ele me parece apenas um coitado frágil, que sofreu muitos traumas e se vestiu de palhaço para confrontar alguns desse medos em surtos de raiva. Inclusive, durante quase todas as cenas do julgamento os pontos se baseiam nisso. De que o Coringa não existia. Que Arthur Fleck era doente. Só que a popularidade do personagem com o povo de Gotham se deu justamente por ele vestir esse personagem e se comportar como um maluco psicótico. E quando ele se desfaz dessa imagem o que acontece? Muito caos.


Vamos falar da Arlequina da Lady Gaga? Eu amo a Lady Gaga e gosto do trabalho dela como atriz. Tenho certeza que se o roteiro escolhesse outro caminho de aprofundar de um lado mais sombrio a relação dela e do Coringa sem muitas modificações ela seria brilhante. Porém, aqui isso não acontece. O nome Arlequina é usado somente por usar. Ela não é a arlequina dos quadrinhos em nenhum aspecto. Ah, mas o intuito não era parecer que ela fosse dos quadrinhos. Concordo. Mas, o que pareceu é que ela foi mal aproveitada. Aqui, eles apresentam uma personagem com apenas um intuito: manipular o Coringa. O coringa. Porque ela não queria saber nada do Arthur Fleck e estava obcecada pelo personagem que ele criou. 


 No longa, ela entra no sanatório voluntariamente, mente, manipula para que ele faça coisas doidas e estimula que ele continue com esse personagem usando de argumentos para que pareça que o que ele fez não foi errado. Ela quer o personagem psicótico que faz tudo que quer.  Em nenhum momento consegui enxergar ela como arlequina, em nenhum mesmo. Se não mencionassem o nome do filme, eu ia achar que seria um outro nome qualquer e sinceramente? Acho que seria até mais coerente. Porém, como se trata de um filme da DC que não é diretamente ligado aos quadrinhos e não se baseia neles fica um pouco confuso de qual seria o objetivo desse longa.


Neste longa, Arlequina é rica, psiquiatra, mentirosa e acima de tudo MANIPULADORA ao extremo. Dá pra ver que ela quer levar o Arthur a momentos explosivos e torna-lo definitivamente o Coringa. Não há uma profundidade na relação dos dois. O Arthur me pareceu aqueles bonequinhos inocentes que podem ser facilmente manipulados já que com meias palavras da Lee ele acreditava nela facilmente. Os dois se envolvem em uma relação de delírio, com fantasias e números musicais que expressam o que ela realmente queria: caos, matança e que Arthur fosse o Coringa destruidor.


Quando isso não acontece, a Lee simplesmente abandona ele. Do nada. Passa a não ligar mais, não se importar mais e ai nesse momento eu senti uma certa pena do Arthur. Ela estava fascinada pelo coringa e não pelo Arthur. Então, tudo entre os dois foi uma fantasia muito manipulável por parte dela beirando ao delírio já que o Arthur já fantasiava muito antes de conhece-la.  Creio que ele usou do Coringa pra explanar o ódio que sentiu das pessoas que o menosprezaram, que não o ajudaram, que abusaram dele e riam dele. Mas, neste longa vemos que talvez não seja o que ele realmente quer. Me pareceu mais complexo nesse contexto, porém confuso sobre o qual objetivo do longa. Era humanizar o coringa? Era dizer que o coringa era uma forma de extravasar?


Ficaram muitas perguntas pra mim, justamente pelo primeiro filme. Aqui, revivem muito do primeiro e insistem em um contexto humano pra ele. Quanto ao final? Confesso que eu não esperava, mas achei condizente com o roteiro do filme. As atuações são sim muito boas, e entregam aquilo que o roteiro pede. Não há muito o que falar sobre.


Resumindo? Se você espera um filme fiel dos quadrinhos não vá assistir. Se você não curte musicais, não vá assistir. Se você não tem muita paciência, não vá assistir. Se você espera um coringa psicótico e um arlequina em um relacionamento abusivo, não assista. Se você espera algo como o primeiro também não assista.  Poderia ter sido bem melhor desenvolvido, roteirizado e perdeu trunfos fortes como a Lady Gaga podendo aprofundar a relação abusiva dela com o coringa, mas o que nos mostrou foi um coringa frágil, manipulável e até digno de pena por tudo que passou. É isso. Como diz o nome, realmente é um delírio a dois, mas muito, muito confuso.


Eu assisti: Esquadrão Suicida


Filme: Esquadrão Suicida
Título Original: Suicide Squad
Gênero: Ação, Fantasia
Lançamento: Agosto de 2016
Duração: 2 horas e 13 minutos
Distribuidora: Warner Bros
Nota:  3 de 5
Baseado nos quadrinhos da DC COMICS

Se você é super fã de quadrinhos e não concorda com a minha nota para esse filme, sugiro que nem continue a ler essa postagem. Demorou tempo demais para que eu me rendesse e assistisse finalmente a esse filme mesmo depois de tantos comentários antes e depois que o filme estreou. Quem acompanha o blog, sabe que eu não me ligo em nada nos comentários negativos e gosto mesmo é de conferir as coisas por mim mesma e por isso mesmo resolvi dar uma chance a esse filme. Não sou uma adoradora de quadrinhos. A verdade é que nunca li nenhum e meu único contato com vilões, heróis famosos de filme e etc é de referência e também de filmes que assisti. Então estou fazendo a crítica desse filme baseada somente na minha visão crua sem conhecimento dos quadrinhos, da adaptação do filme e de todo e qualquer elemento que pudesse ser influenciado pelo mesmo.

Eu não conheço muito os personagens da DC COMICS, o único que conheço é o BATMAN e mesmo assim não assisti nenhum dos filmes. Sim, eu tenho sérios problemas com filmes de personagens vilões, super heróis e etc. Enfim, vou falar do enredo do filme antes de tudo. Uma agente do governo chamada Amanda Walker tenta convencer o governo a usar super vilões que ela capturou e agora estão isolados para ajudarem em um caso de suposto terrorismo, caso eles sejam bem sucedidos eles terão 10 anos a menos em suas sentenças mas se desobedecerem ou fugirem serão mortos com um dispositivo instalados neles. Só que os vilões são barra pesada, do tipo loucos e assustadores. O grupo vai sendo apresentado aos espectadores enquanto a agente vai descrevendo seu plano. Arlequina, a doutora que ficou insana depois de ter sido designada para tratar o Coringa e acabar se apaixonando por ele tornando-se a mulher do pior bandido de Gotham. Pistoleiro, um assassino a sangue frio que mata pessoas por dinheiro e é conhecido por sua extrema pontaria já que ele não erra nenhum tiro. 

Capitão Bumerangue que tem um jeito excêntrico de praticar seus crimes. Crocodilo um tipo de pessoa e animal que devora suas vítimas para obter o poder delas, Diablo um cara com um poder especial que pode queimar o que quiser e tudo ao seu redor. Katana uma jovem japonesa lutadora que pode te cortar em pedacinhos em um piscar de olhos com uma espada que aprisiona a alma de quem ela mata. E o capitão Rick Flag, um oficial soldado bom em combate e que lidera o Esquadrão Suicida mantendo-os em controle, ele também é o único que controla Magia/Dra June uma bruxa poderosa que está na Terra há milênios e agora quer destruir tudo. Quando as coisas saem do controle, o Esquadrão terá que se juntar para salvar o mundo de uma destruição. Sendo vilões, eles se unirão ou só pensarão nos seus próprios objetivos? Temos também a aparição do Coringa, com alguns flashes do passado de Arlequina(minha preferida).

Pensando na atmosfera do filme toda essa reunião de vilões com talentos especiais unidos para combater um mal me lembrou muito Os Vingadores. Só que ao contrário. Como eu disse minha opinião é totalmente baseada somente no que assisti no filme e o que vi me fez dar nota máxima pra ele. O filme me manteve vidrada e com os olhos na tela todo o tempo. Isso considerando que eu só tinha ouvido falar em alguns personagens e não conhecia os outros. O desenvolvimento corre de uma forma bacana e os acontecimentos inseridos dentro do mesmo me fizeram dar destaque para vários personagens e momentos. A Arlequina se tornou a minha favorita e dai eu acabei entendendo porque ano passado visualizei tantas pessoas comentando sobre ela e querendo se vestir como ela. Ela é louca de pedra, mas muito cativante. Muita gente reclama do Jared Leto ter feito o papel do Coringa, mas eu particularmente gostei bastante. O cara ficou irreconhecível e absorveu muito bem o que tinha colocar de característica no mesmo. A risada dele foi outra coisa super engraçada e interessante já que eu fiquei com ela na cabeça muito tempo depois que o filme terminou. As cenas de luta, as peculiaridades dos personagens, os desafios e até as loucuras dos mesmos deram um ritmo bacana pro filme que realmente entretém quem está assistindo mesclando cenas de aventura, fantasia e um pouquinho de comédia também. 

Alguns fatos que me incomodaram foi a má exploração dos personagens. O filme praticamente gira em torno de DeadShot, Arlequina e Coringa. Tipo cade a valorização dos outros personagens? Há vilões bem interessantes ali e mesmo assim eles escolhem explorara apenas alguns. O roteiro também não é um dos melhores. Uma bruxa de décadas atrás com um irmão esquisito querendo dominar tudo. Muita coisas poderia ter sido criada ali e não foi. Esquadrão Suicida não é tão ruim quanto a maioria das críticas aparenta, pelo menos não pra mim. E não adianta vir me falar " ah, mas nos quadrinhos isso e aquilo, eles fizeram merda e bla bla" não vai adiantar nada e minha opinião não vai mudar. É um dos meus filmes favoritos e Arlequina me deixou apaixonada.







Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de metahumanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das "convocadas" por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.










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