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Seriado: American Horror Story

Série: American Horror Story
Gênero: Terror, Sobrenatural, Fantasia
Temporadas: 7
Status: Em exibição
Lançamento: Outubro de 2011
Criada por: Ryan Murphy
Canal de Exibição: FOX
Nota: 3 de 5

Se você me acompanha por aqui e vê minhas indicações de série sabe que eu mudo muito de opinião principalmente com séries. Esse caso não foi diferente. Lembro de algum tempo atrás ter assistido um episódio de American Horror Story e não ter gostado. Deixei de lado. Mas ai as pessoas começaram a falar ainda mais, teve a tão falada participação da Lady Gaga e eu estava com espaço pra assistir e acompanhar uma série nova. Então pensei comigo: Por que não dar mais uma chance? E lá fui eu embarcar nessa aventura. O resultado? No geral, a série é boa. Mas tem seus altos e baixos. Calma, vou chegar lá. Não dá pra falar muito do enredo já que a cada temporada muda, e uma história é explorada. Então vamos falar rapidamente de cada temporada e depois dou uma opinião geral.

Primeira Temporada ( Murder House) começa de uma forma interessante. A premissa da história é bacana, diferente e diria até original trabalhando muito bem o suspense, e as bizarrices( tem muita). Essa temporada pra mim é a melhor da série. Essa me fez ficar totalmente vidrada na mesma e querer assistir um episódio atrás do outro pra saber o que estava acontecendo. O que me incomodou um pouco foram os episódios finais que deixaram a desejar, mas nada tão decepcionante a ponto de deixar a qualidade dessa temporada cair.


Segunda Temporada( Asylum)Essa temporada meio que me pegou de surpresa pelo fato de não saber o que esperar de´pois da primeira sendo assim me decepcionei um pouco com alguns fatos. Algo que me incomodou muito foram o uso dos mesmos atores em papéis diferentes. Juro, isso me confundiu pra cacete. Eu fiquei o tempo todo tentando assimilar essa história da segunda temporada sem me lembrar dos atores com outros personagens na primeira e isso trazia uma confusão danada já que era uma outra história. Demorou pra assimilar e pra entrar no clima dessa temporada. Pode ser algo só meu, mas eu preferiria que colocassem outros atores pra interpretar as histórias diferentes. Usar os mesmos me incomodou e interferiu um pouco no meu envolvimento. Aqui, a história continua interessante e até mantém o ritmo da primeira temporada porém já tem alguns decaimentos sendo que aqui alguns pontos não são tão bem desenvolvidos. Não deixa de ser uma temporada boa e uma das melhores da série.


Terceira Temporada (Coven) Uma bela decaída começou com essa temporada. Que história chatinha hein? Um coven de bruxas disputando um cargo alto, briguinhas infantis e nada de horror macabro e bizarro como nas temporadas anteriores. O que estava acontecendo? Assisti essa temporada totalmente arrastada e querendo insistentemente desistir. Não via nada de interessante ali além de bruxinhas que se acham poderosas, ataques sem nenhum sentido e loucuras no meio. A história dessa temporada pra mim não fluiu nem um pouco, nem mesmo com a participação da Emma Roberts ( que eu adoro). Tinha uma ideia inicial boa, mas meio que se perdeu e nem parecia uma temporada de American Horror Story. Terminei com custo e decidi continuar somente porque sabia que na próxima a história mudaria. Uma das piores da série.


Quarta Temporada (Freak Show) Uma temporada que parecia ter voltado aos trilhos das anteriores, mas mesmo assim com algo faltando é como eu defino Freak Show. Tem um começo muito atrativo, com uma personagem pra lá de interessante e premissas envolventes, mas conforme vai desenrolando também se perde em alguns momentos. A essência da série é a bizarrice do terror, e isso está muito presente nesta temporada o que eu curti bastante. Mexeu com a minha mente em muitos sentidos e temos Emma Roberts de volta. Uma boa temporada.


Quinta Temporada (Hotel) Eis que chega a temporada de Lady Gaga e eu fiquei meio ansiosa pra vê-la atuando já que só conheço seu trabalho na música. A premissa dessa temporada continua interessante mas não tão boa. A temporada anterior ainda ganha alguns pontos em cima dessa. Confesso que eu curti a mesma porque aquele clima de tensão se instalou muito bem nos primeiros episódios e sendo curiosa como eu sou, tive que ir assistindo e me envolvendo para entender melhor a mesma. Um ponto muito bom é que aqui o objetivo central da história não é de cara revelado, as coisas vão se desenvolvendo em um ritmo muito bacana como na primeira temporada, apesar de no clima geral não ser a mesma coisa. Não amei e nem odiei a Lady Gaga, só a achei bem adequada para o papel, já que a mesma sempre teve gostos peculiares e bizarros em seus clipes. Até lembra toda essa atmosfera da série. Esperava mais um pouco da mesma e do final.


Sexta Temporada (Roanoke) Uma das temporadas mais confusas e que eu também não curti nada. Me arrastei assim como na terceira nesta temporada. Tinha uma premissa muito boa, mas se perdeu ainda mais que as outras sabe? Eu não consegui me envolver, apesar de a bizarrice e os elementos essenciais da série estarem presentes. Não deu. Não sei se tem a ver com o jeito que a história foi conduzida porém essa temporada passou com muita dificuldade pra mim e eu fiquei meio frustrada por isso. Dá pra se notar o decaimento da mesma e isso fica visível depois da 2 temporada em que alguns pontos já deixam a desejar. 

A sétima temporada da mesma está em exibição e eu nem cheguei a começar. Queria um tempo da mesma. De uma forma geral, American Horror Story é uma série com ideia boa, premissa boa, produções boas e algumas falhas. Algumas temporadas são melhores que outras, mas nota-se algum decaimento de qualidade das mesmas. É uma série diferente das série que a gente encontra por ai, explorando o terror e a bizarrice ao nível máximo, mas ao mesmo tempo levantando algumas questões interessantes. Não vemos tantas coisas tão bizarras como nessa série em filmes de terror atuais. É uma série bem interessante, e apesar de ser terror não é daquela de te dar sustos e sim de aflições. Não espere sustos baratos, espere aquele clima tenso e aquela sensação nada agradável. 







#Seriado: O Exorcista

Série: O Exorcista
Título Original: The Exorcist
Temporadas: 2 (Cancelada)
Lançamento:Setembro de 2016
Canal: FOX
Nota: 5 de 5

Vou ser bem sincera com vocês e confessar que um dos fatores pesados que me fizeram vir a acompanhar essa série tem nome e sobrenome: Alfonso Herrera. Se você por um acaso não sabe quem ele é, já te digo. Ele fez durante muito tempo a novela Rebelde e integrou posteriormente o grupo RBD criado dentro da trama onde ele cantava e dançava. O grupo durou um bom tempo até que resolveu encerrar as atividades, mas fez um sucesso estrondoso e Alfonso mais conhecido como Poncho ficou conhecido também. Achei demais terem colocado ele no elenco, ele é realmente um talento na área de atuação e ele sempre foi meu queridinho desde essa época. 

Quem me acompanha por aqui sabe muito bem que eu sou meio fascinada por tramas de terror, suspense e que assisto várias com o intuito de avaliar e também de levar sustos. O nome da série em si já diz bastante do que se trata pra quem lembra dos filmes e também dos inúmeros outros longas que tratam de exorcismo e possessão. Baseado nos filmes do " O exorcista", o longa aborda de uma forma diferente os temas polêmicos dentro da igreja de possessão demoníaca e exorcismos. 

Bom, na trama o Padre Tómaz um padre jovem e dedicado a sua paróquia no qual ele coordena enfrenta alguns acontecimentos que jamais pensou que aconteceriam. Tudo começa quando ele é recrutado por uma mulher que frequenta a igreja e que pede sua ajuda com relação a sua filha e os estranhos comportamentos e sensações dentro de sua casa. Ainda descrente, o jovem padre aceita ajudar e as cenas que presencia são de assustar qualquer um. Transtornado, ele vai em busca de ajuda de um padre bem diferente dele mas que tem conhecimento sobre aquilo que precisa: exorcismo. O padre Marcus acredita em suas crenças mais do que tudo, e apesar de ter seus demônios pessoais por não conseguir algum tempo atrás salvar um menino de uma possessão ele acaba cedendo a ajuda ao Tomaz. Os dois se interligam de um  modo interessante e precisam agir rápido para que as coisas não piorem e o mal se manifeste ainda mais. Só que não se trata apenas de possessões e exorcismos, mas sim de algo maior do que eles imaginam.

Eu comecei a assistir a série também por curiosidade do enredo, da trama e me surpreendi. A Fox mandou muito também colocando o Alfonso em um papel completamente diferente do que se imaginaria. Nem dá pra lembrar da época de Rebelde olhando pra ele agora. Intercalando os cenários nos EUA e no México, a trama necessariamente não assusta a ponto de tirar o sono, mas contém cenas forte e muito bem produzidas e arrisco dizer melhores até que o filme. Os contrastes da história são bem interessantes já que há mais elementos além do foco principal em demônios e exorcismo. É uma série que prende durante todos os minutos em que se desenvolve e que te deixa intrigado para o próximo acontecimento. Recomendo pra quem curte esse gênero e quer algo que entretenha de uma forma bem desenvolvida. Ainda na 1 temporada espero que a mesma continue de uma forma interessante e bem produzida.




Tomás Ortega (Alfonso Herrera) é um padre progressista, ambicioso e compreensivo, que coordena uma pequena paróquia localizada no subúrbio de Chicago. Já o padre Marcus Keane (Ben Daniels) trabalha num dos bairros mais pobres da Cidade do México, sendo completamente obcecado por sua missão religiosa. Ambos se encontram quando precisam lidar com o caso de possessão demoníaca que aflige a família Rance, que integra a paródia do padre Tomás. Desesperada com a situação de sua filha Katherine (Brianne Howey), Angela (Geena Davis) procura a ajuda dos padres. Por mais que eles tenham grandes diferenças de comportamento, precisam unir forças para enfrentar o maior desafio de suas vidas.



Seriado: GLEE

Série: GLEE
Gênero: Comédia, Musical, Adolescente
Data de Lançamento: Maio de 2009
Temporadas: 6
Canal de Exibição: FOX
Status: Finalizada
Criada por: Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan 
Nota: 3,5de 5

A primeira coisa que você deve estar pensando " Cyh, só agora você veio falar dessa série? Já acabou tem um bom tempo" Sim, eu sei disso. Mas antes que você me condene um pouco mais vou me explicar. Quem me acompanha por aqui sabe que eu AMO de paixão assistir seriados e filmes, mas são MUITAS opções. E pra acompanhar, indicar e assistir todos é bem difícil conciliar com a vida normal. Confesso que há algum tempo atrás já tinha assistido um ou dois episódios aleatórios de GLEE, e infelizmente a série não caiu nas minhas graças. PASMEM. Isso aconteceu com algumas séries , filmes e até músicas que eu já até falei aqui no blog, no qual de primeira eu não curti mas ao dar uma segunda chance eu curti e foi isso que aconteceu. Bom, eu sei que a maioria de vocês saiba do que se trata o enredo da série vou resumir pra vocês. O enredo gira em torno do clube GLEE, um grupo de pessoas que gostam de fazer arte, expressando suas emoções e momentos dançando ou cantando. O clube é considerado um fracasso pela escola e quando Will Schuester, o professor de Espanhol resolve assumir o controle do grupo ele tem o desafio de transformar aquele grupo ruim em um grupo vencedor dos campeonatos de corais. E o desafio é grande. Ele precisa elevar o nível do grupo, conseguir novos alunos pra entrar e lidar com os obstáculos impostos por Sue, a treinadora das líderes de torcida. Dai em diante os episódios são focados diretamente nos membros do grupo, e alguns personagens da escola explorando cenários e dramas adolescentes como o que ser da vida, se assumir pra todos, ser quem você realmente é e seguir seus sonhos.

Confesso que em muitos episódios e em muitos momentos achei a série bem BOBINHA e bem infantil também. Várias vezes me peguei pensando" Sério que isso está acontecendo?" e foi bem irritante em alguns episódios. Alguns personagens te cativam mais outros nem tanto mas é evidente que a série tem seus pontos altos e baixos independente das mudanças que vão acontecendo durante a troca de temporadas. O que mais impressiona em GLEE com certeza é o elenco cheio de atores talentosos que te deixam de boca aberta. Seja cantando ou dançando, o seriado aposta muito bem no gênero musical e muitas vezes me lembrou de HSM da Disney. As músicas colocadas durante os episódios muitas vezes expressam e condizem com os acontecimentos e sentimentos expostos durante o desenrolar da história o que deixa tudo muito interessante. Seja homenageando um artista de um jeito bem particular ou do jeito deles mesmo, a série manda bem e muito bem no quesito música. Além disso, o lado série adolescente não deixa de se apoiar em dramas como gravidez precoce, Homossexualidade, Preconceito, Futuro Profissional, Primeira vez e outros milhares de assuntos que são colocados durante a história. A série é boa, tem inúmera participações especiais mas como eu disse ali em cima em alguns desses momentos pode parecer extremamente boba, mas recomendo que você continue assistindo mesmo assim GLEE compensa com os excelentes números musicais de vários artistas, uma preparação linda e muitos talentos sendo revelados. Você vai amar alguns personagens e não gostar tato de outros mas com certeza vai cantar junto em algum episódio.  Falando de algumas curiosidades do seriado o ator Cory Monteith faleceu em Julho de 2013 confirmado depois de investigação por suicídio. Todo mundo ficou muito abalado com isso na época principalmente a Lea Michele que interpretava a Rachel fazendo par com ele, já que a mesma namorava o ator na vida real. Na época a cantora, deu um discurso emocionante em uma premiação sobre a perda de Cory e foi bem triste.

Um dos episódios que mais deu audiência para o seriado foi o Britney/Brittany o segundo da segunda temporada no qual os personagens homenageavam a cantora pop Britney Spears. O episódio foi visto por mais de 13 milhões de pessoas, batendo o recorde da série. O mesmo também conta com a participação da mesma. O sucesso de deveu as coreografias muito bem feitas, a caracterização de uma das personagens baseada em alguns videoclipes da cantora. Isso se repetiu na 4 temporada, no segundo episódio onde temos um novo episódio homenageando a cantora Britney mas de uma forma diferente. Além de Britney, muitos artistas foram homenageados durante os episódios como Lady Gaga, Beyonce, Katy Perry, músicas de Kelly Clarkson, Fergie e outros artistas e atuais e do passado foram lembrados na série. Mais uma curiosidade da série é que dois personagens já participaram mesmo de musicais da Broadway. Todos os cantores cantam e dançam as músicas, então o que você ouve na série vem dos próprios e isso é muito mais legal. Então se você gosta de uma série que mistura música, sonhos, dramas adolescentes, romance e um pouquinho de comédia misturado com bobeira e sarcasmo vai AMAR essa daqui. Recomendo de coração



O professor de espanhol Will Schuester (Matthew Morrison) resolve comandar o coral da escola, Glee Club. Tentando dar nova vida ao grupo, ele procura diferentes alunos, populares e nerds, como Rachel Berry (Lea Michele), Kurt Hummel (Chris Colfer), Finn Hudson (Cory Monteith), Quinn Fabray (Dianna Agron) e Brittany Pierce (Heather Morris). Schuester tenta equilibrar a sua vida pessoal, enquanto ensaia com os seus novos alunos, mas logo começa a enfrentar as armadilhas da treinadora Sue Sylvester (Jane Lynch).










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